Hoje vi o arco íris mergulhado no mar. Vi também o chapadão triste e humilhado pela beleza dos seus matizes.
Um e outro rivais no encantamento humano, um e outro nos revelando sabores e dissabores.
Um, etéreo, inacabado, reluzente, inalcansável...
Outro, pesado porém poeira, grotesco porém sedução, montanha amorfa e solúvel no sopro invisível do vento.
O que foi jamais será outra vez...foi-se como o arco íris...
Ana Arnaud
(escrito em 25/4/2010, em Pipa- RN)
É verdade: o passado ficou lá atrás. Permanecem as belezas, as incertezas e a natureza para inspirar a vida.
ResponderExcluirMais uma vez adorei!
Bjão.